Prefeitura orienta população sobre recolhimento e destinação de animais mortos

Ao detectar um animal morto nas ruas o cidadão pode acionar imediatamente a Comurg para o recolhimento e descarte correto do animal. Neste caso não é cobrada nenhuma taxa

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Companhia de Urbanização (Comurg), mantém o serviço de recolhimento de animais mortos na Capital. Neste ano, mais de 240 ordens de serviços já foram atendidas. A maioria dos animais são de pequeno porte, como cães e gatos. O objetivo do município é evitar o descarte incorreto em terrenos baldios, boca de lobo ou ao longo de ruas, avenidas e córregos.

Para solicitar o recolhimento de algum animal morto em via pública é simples: só entrar em contato por meio do telefone 3524-3414, ou pelo aplicativo de whatsapp 62 98596-8555. Já a coleta de animal morto em residência particular, a Companhia faz o recolhimento mediante a cobrança de uma taxa de R$ 3,74 por quilo, sendo que o peso mínimo tem como base 10 quilos. A solicitação deve ser feita pelos mesmos telefones. Por determinação legal, a coleta e destinação final de animais mortos é de responsabilidade do dono.

Caso o munícipe decida levar a carcaça diretamente ao aterro sanitário, ele não paga a taxa. Essa é uma determinação regulamentada pela Resolução nº020/2016-DR que trata da normatização para a disposição de resíduos no aterro sanitário de Goiânia.

O serviço de recolhimento, armazenamento e transporte de animais mortos requer cuidados especiais. A Comurg conta com uma equipe composta por um motorista e um coletor, que utiliza um veículo dublô e equipamentos apropriados, como luvas, máscara de proteção e sacos plásticos. Após os procedimentos legais, o animal morto, seja de pequeno ou grande porte, é descartado numa área apropriada do aterro sanitário de Goiânia.

O serviço de coleta é rápido e acontece em média até duas horas depois da ligação. E sempre que necessário, uma equipe da coleta é enviada ao local para providenciar a remoção. Já em relação aos animais de grande porte, uma pá mecânica e um caminhão são usados para realizar a remoção e transporte dos bichos.

O presidente da Comurg, Aristóteles de Paula, entende que a população tem cooperado com a limpeza da cidade. “Isso se deve ao hábito do goianiense que tem mudado e a população tem cuidado melhor de seus animais, mas alguns ainda insistem em fazer descarte em locais impróprios”, afirma.

Para ele, essa prática é prejudicial para os moradores por se tratar de questão de saúde pública. E também, ao jogar animais mortos em terrenos baldios, o morador contribui para o aumento de moscas, ratos e baratas e, claro, o mau cheiro. Esse tipo de ação é ilegal e proibido, sendo que, se flagrado, o contribuinte poderá ser multado.

Hacksa Oliveira, da Editoria de Urbanização

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