Salas modulares inovam a oferta de vagas na Educação Municipal

Modelo agiliza o atendimento à comunidade ao trazer construções rápidas e de qualidade para instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental

O comprometimento com a Educação é um dos grandes trunfos da atual gestão, tendo como prova as recentes entregas de ampliações de vagas em unidades de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Neste cenário, as salas modulares se mostram como ferramenta inovadora, rápida e altamente eficaz na criação de vagas na rede municipal de Educação, agilizando o atendimento à população goianiense.

A implantação das salas modulares na rede começou com a Escola Municipal Antônia Maranhão do Amaral, no Residencial Nelson Mandela, onde foram criadas 400 vagas. Desde então, mais 29 salas modulares foram implantadas em escolas e Cmeis da capital, sendo a entrega mais recente no Centro Municipal de Educação Infantil Oriente Ville. Lá, foram instaladas quatro delas, ofertando mais 80 vagas para crianças de seis meses a cinco anos, em período integral.

A verdadeira contribuição das salas modulares à Educação é traduzida em números. Desde os primeiros módulos até abril de 2019, 29 salas modulares somaram mais de 1,3 mil vagas, tanto na Educação Infantil quanto no Ensino Fundamental. Mas, afinal, o que são as salas modulares? Como o próprio nome já indica, as salas modulares são construções em módulos pensadas para atender às reais necessidades de educadores e educandos.

Sua estrutura é feita com materiais de alta resistência e paredes de fibra isotérmica, dotadas de sistemas lógicos, elétricos e hidráulicos, totalmente normatizadas pelos órgãos de vigilância responsáveis. Arejados e climatizados, os módulos são construídos sobre pisos de compensado naval com aplicações de resina antichama, além de janelas blindex e iluminação de LED. Os módulos seguem, ainda, padrões determinados com tamanhos de até 45 m².

A grande vantagem das salas modulares é a rapidez em que são implantadas nas unidades de ensino da rede. O tempo médio para instalação e finalização das estruturas, de modo a receber os alunos com total segurança, é de 15 a 20 dias. Frente a crescente demanda da população por vagas e diante do anseio da gestão em garantir o direito básico à Educação, esse tipo de construção possibilita que a instituição garanta vagas efetivas em tempo muito menor.

 

Ampliações mais recentes

Entre março e abril deste ano, a Educação goianiense entregou mais de 400 vagas por meio de inaugurações e ampliações. O Cmei Governador Olinto de Paula Leite abriu a sequência de inaugurações, seguido pelo Cmei João Paulo I. Juntas, as duas unidades oferecem 300 vagas para crianças de seis meses a cinco anos, em atendimento de tempo integral. Ambas eram escolas municipais convertidas à Educação Infantil após passarem pelas devidas adaptações estruturais.

Em abril, os Cmeis Minervina de Sousa e João Paulo I receberam sete salas modulares, totalizando 140 vagas já preenchidas. No mesmo mês, o Jardim Luz assistiu a inauguração da Escola Municipal de Tempo Integral Sebastião Arantes. Após a ampliação do atendimento, a unidade atende 260 crianças de cinco anos, ciclos I e II. Mas, as inaugurações não param por aí! Até o final do ano, são previstas implantações de mais 40 salas modulares, tanto em Cmeis quanto em escolas municipais.

Além disso, a Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME) realiza, na primeira quinzena de maio, licitações para conclusão de treze obras destinadas a Cmeis da capital. Mediante sua finalização, a comunidade ganha cerca de 2 mil vagas na Educação Infantil em diversos bairros da capital, entre eles, Vila Santa Helena, Solar Ville e Center Ville.

Luciana Gomides, da Editoria de Educação
Fotos: Jackson Rodrigues

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