Iluminação pública de Goiânia será modernizada

Empresas interessadas pela parceria público-privada vão poder apresentar estudos técnicos e projetos para área a partir de hoje. O objetivo é reduzir custos e melhorar a iluminação da cidade

Com o objetivo de reduzir custos e modernizar o sistema de iluminação público municipal, a Prefeitura de Goiânia inicia nesta terça-feira, 23, um chamamento público para apresentação de estudos técnicos e projetos sobre o tema. Para efetivação da parceria público-privada, a administração utilizará o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) com apresentação das propostas das empresas interessas em operar o serviço de iluminação na Capital.

Hoje, Goiânia conta com mais de 160 mil pontos de iluminação e a intenção da administração pública é economizar e melhorar significativamente o serviço na capital goiana. “Em breve daremos um salto nesta área”, pontua o procurador-geral do Município, Brenno Kelvys Marques, acrescentando que os pilares da gestão do parque de iluminação previstos no edital são: melhorar a tecnologia e dar eficiência na prestação do serviço, além de proporcionar mais segurança aos cidadãos.

Conforme o procurador-geral de Goiânia, com a PMI a Prefeitura de Goiânia verifica quais serão as propostas técnicas e projetos. Logo em seguida, tendo como princípio a eficiência, a expansão e a economia, a administração municipal verifica quais são as empresas que se enquadram nas exigências do edital. “As demandas de cada localidade serão levadas em consideração, por isso as lâmpadas de LED terão preferência, mas não terão a exclusividade”, explica Brenno, ao citar que mais de uma empresa poderá ser selecionada para operar o serviço via parceria público-privada.

O procurador Brenno Kelvys relata ainda essa parceria via o PMI é a primeira a ser executada pela Prefeitura de Goiânia e que em outras áreas a medida também poderá ser utilizada. “Os integrantes da Comissão Gestora de Parceria, que além da Procuradoria-Geral do Município (PGM), conta com os titulares da Secretaria Municipal de Governo (Segov), da Agência de Regulação, Controle e Fiscalização de Goiânia (ARG) e do Gabinete Executivo de Projetos Especiais (Gepac), estão avaliando se há algum outro serviço da gestão que pode ser utilizado pelo sistema de PMI”, frisa.

“Esse será um novo modelo adotado pela Prefeitura de Goiânia e os três aspectos para analise das propostas são as técnicas de engenharia, a viabilidade econômica e os estudos jurídicos”, cita o procurador-geral do Município. Depois da publicação, as empresas têm 20 dias para se cadastrarem e receber a autorização para início do processo dos estudos técnicos. Em seguida, em 90 dias serão entregues as propostas e a administração analisa e divulga o melhor projeto, para depois promover um novo processo licitatório e definir quem vai obter a concessão da iluminação pública em Goiânia.

Mauro Júnio, da Diretoria de Jornalismo

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *