Previdência implanta tecnologia para acelerar a concessão de benefícios e gerenciar documentos

Inovações foram apresentadas pelo prefeito Iris Rezende nesta quarta-feira, 12, em solenidade no Paço Municipal

A implantação de novas tecnologias na Previdência Social de Goiânia vai reduzir o tempo para a concessão de benefícios e também permitir o gerenciamento eletrônicos de documentos e a simulação online de cálculos previdenciários. A apresentação das inovações tecnológicas foi realizada na manhã desta quarta-feira, 12, no Paço Municipal, com as presenças do prefeito Iris Rezende e do presidente do Instituto de Previdência, Silvio Fernandes.

As ações integram o processo de Modernização Administrativa da Previdência em Goiânia, cuja implantação se iniciou em dezembro e será concluído em abril de 2019. Com os novos sistemas eletrônicos, os processos, que até então eram organizados manualmente, serão digitalizados e gerenciados eletronicamente. Segundo o presidente do Instituto de Previdência, Silvio Fernandes, essas mudanças vão trazer mais celeridade e segurança no gerenciamento dos dados e permitirão que as aposentadorias e pensões sejam concedidas em um prazo médio de 30 dias.

“Hoje, o prazo médio para a concessão dos benefícios é de dois anos justamente porque não há organização nos dados. As novas tecnologias também vão permitir a integração digital das informações do Instituto de Previdência, com a Prefeitura e a Câmara Municipal de Goiânia com os órgãos de controle, como INSS, Tribunal de Contas dos Municípios e Secretaria Nacional de Previdência. Além de mais transparência, vamos ter uma comunicação mais ágil com os órgãos municipais e federal. Isso fará toda a diferença no nosso dia a dia”, comenta Fernandes.

Durante o evento, também foi oficializado o novo nome do Instituto de Previdência, que deixou de ser IPSM e passou a se chamar GoiâniaPrev, conforme determina a lei complementar 312/2018.

Censo de Recadastramento Previdenciário

O presidente do GoiâniaPrev, Silvio Fernandes, também anunciou a realização do 1º Censo de Recadastramento Previdenciário da história da cidade, que começará a partir de janeiro de 2019. A ação, que também integra a Modernização Administrativa da Previdência Social de Goiânia, vai permitir a atualização e organização dos dados de 38.881 servidores ativos e inativos vinculados à administração municipal. As informações serão armazenadas de forma digital no novo sistema de tecnologia que a Prefeitura está implantando no Instituto de Previdência.

O Censo de Recadastramento Previdenciário vai englobar os servidores ativos, inativos, aposentados, pensionistas e seus dependentes. O processo de coleta de informações terá três tipos de coleta de dados: o Censo Cadastral, o Censo Funcional e o Censo Financeiro.

Os servidores terão três meses, a partir de janeiro, para realizarem a atualização de seus dados. A Prefeitura de Goiânia vai instalar três postos de atendimentos em pontos diferentes da cidade para facilitar o acesso do funcionalismo. Um estará no Paço Municipal, outro no Instituto de Previdência, no setor Oeste e haverá ainda um posto de atendimento itinerante, que terá sua localização alterada de acordo com a demanda dos funcionários públicos de Goiânia.

Segundo o prefeito Iris Rezende, o recadastramento dos servidores é um avanço para o funcionalismo porque quando se tem informações corretas e bem organizadas há mais segurança e celeridade no atendimento público. “Com o Censo de Recadastramento e sistema de tecnologia, que vai permitir o gerenciamento digital de dados e a integração de informações com os órgãos de controle, vamos reduzir o tempo de concessão dos benefícios e facilitar a vida dos nossos servidores, que poderão acompanhar pela internet seus dados funcionais, cadastrais e financeiros. Isso é um avanço”, comenta o prefeito.

O presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Goiânia, Silvio Fernandes, diz que a atualização dos dados é fundamental para se evitar falhas e fraudes. Ele diz que os dados previdenciários eram organizados de forma praticamente manual e isso provocava muitos erros e inconsistências nas informações e na tramitação dos processos.

Lourdes Sousa, da editoria de Previdência

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