Saúde orienta profissionais sobre casos suspeitos de sarampo

Equipes participaram de capacitação sobre quais medidas devem ser tomadas diante da suspeita da doença. A notificação dos casos deve ser imediata

Com a circulação do vírus do sarampo em algumas regiões do país, a Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realizou na quinta-feira, 2, uma capacitação para profissionais que atuam em Cais, Ciams, UPAs e nos grandes hospitais da Capital. Mesmo sem registros no município, o objetivo do curso foi orientar quais medidas devem ser tomadas diante de casos suspeitos da doença. A notificação ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) deve ser imediata. Os técnicos também foram orientados sobre a Poliomielite.

”Essa capacitação veio em uma hora muito oportuna, pois precisamos sensibilizar todos para possíveis ocorrências do sarampo. Há anos não lidamos com casos no município, porém, com o cenário atual do país, os profissionais de Saúde em Goiânia devem estar preparados para agir na prevenção e controle de doença. Estamos a poucos dias da campanha de vacinação e sabemos que o maior meio de prevenção é a vacina”, destacou o gerente de Doenças e Agravos Transmissíveis da SMS, Leandro Nascimento.

Durante o treinamento, os profissionais foram atualizados sobre o cenário epidemiológico do Brasil e receberam orientações de como agir diante de casos suspeitos, coleta de amostras clínicas para exames e preenchimento de fichas. Entre as medidas que devem ser tomadas, os trabalhadores foram lembrados que a SMS deve ser notificada imediatamente para que se inicie os procedimentos de investigação dos casos para ações de prevenção e bloqueio da doença.

Além de coordenadores técnicos dos sete Distritos Sanitários de Goiânia e representantes dos núcleos de vigilância epidemiológica de Cais, Ciams e Upas da Capital, hospitais públicos e privados também participaram do evento, como Hospital de Doenças Tropicais, Materno Infantil, Hugo, Hugol, Santa Casa, CRER, Hospital das Clínicas da UFG, HGG, entre outros.

Anna Carolina Cruz, da editoria de Saúde.
Foto: Ascom/ SMS

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