Prefeitura empossa membros do comitê Pop Rua

Comitê Intersetorial da Política Nacional para a População em Situação de Rua viabiliza oportunidades em plano que de ação integrada

Tomou posse nesta terça-feira, 05, os 20 membros (10 titulares e 10 suplentes) do Comitê Gestor Municipal Intersetorial da Política Nacional para a População em Situação de Rua (Pop Rua). Após a posse que aconteceu na Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas (SMDHPA), foi realizada a primeira reunião da equipe que acompanhará ações definidas pelo decreto assinado pelo prefeito Iris Rezende em abril último.

A Prefeitura de Goiânia irá trabalhar em diversos órgãos ou entidades municipais: SMDHPA, secretarias municipais de Assistência Social (Semas), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec), de Desenvolvimento Urbano e Habitação( Seplanh), de Educação e Esporte (SME), de Saúde (SMS) e de Cultura (Secult) e Agência da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

O secretário de Direitos Humanos, Filemon Pereira, destaca os desafios do comitê na elaboração de estratégias para acolher a população em situação de rua. “O objetivo é ir na contramão do que está estabelecido, acolher essa população, que, por mais invisível que pareça, existe e precisa ser vista, entendida e acolhida. Temos que trabalhar muito para que possamos colher frutos. É o primeiro passo para que a situação avance, melhore efetivamente”, garante.

Secretário municipal de Assistência Social, Robson Paixão de Azevedo, fala da responsabilidade do comitê na articulação de todo Poder Público e sociedade para tomar as “melhores e ações” para que a pessoa em situação de rua tenha dignidade.

A Casa da Acolhida 2, no setor leste Universitário, será inaugurada nos próximos dias e a Semas já planeja melhorar a cada da Acolhida de Campinas. “Juntos vamos fazer a diferença pra essa população. Além da insalubridade, essas pessoas são expostas à violência e teremos muito trabalho para mudar essa realidade”, afirmou Robson.

Segundo a representante da Superintendência de Habitação da Seplanh, a moradia é fundamental na promoção de cidadania, sendo “uma porta de saída a família que esteja em situação de rua”. A representante, que gerencia, dentre outras políticas, o Minha Casa Minha Vida, acredita que o “vínculo familiar passa por uma moradia digna e acessível”.

Para o membro do movimento nacional da população de rua, Reginaldo Aparecido, disse que a grande demanda hoje é a oferta de novas vagas de abrigos. “Com muita alegria que recebemos a informação de que a casa da acolhida 2 contemplará 50 pessoas”, concluiu.

Antonio Bento, da diretoria de Jornalismo.

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