Prefeitura realiza trabalho social com famílias do Jardim do Cerrado 7

Trabalho é realizado pela primeira vez no município e busca promover melhoria da qualidade de vida da população e minimizar problemas sociais

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh), deu início nesta terça-feira, 29, à implantação do Plano de Desenvolvimento Sócio Territorial (PDST) do Jardim do Cerrado 7, na região Oeste da Capital. Um dos objetivos do plano é promover melhoria da qualidade de vida da população e contribuir para minimizar os problemas sociais entre os moradores do empreendimento, formado por famílias selecionadas pelo município através do Programa Municipal de Habitação.

Fruto de um convênio celebrado com a Caixa Econômica Federal e com o Ministério das Cidades, o PDST envolverá as 1.808 famílias residentes nos condomínios que formam o Jardim do Cerrado 7 e será composto de ações que promovam o estímulo ao exercício da participação cidadã e à formação de entidades representativas dos beneficiários.

“O PDST tem por objetivo a formação dos moradores acerca das políticas de proteção social, articuladas com outras políticas públicas de inclusão social. Seu principal objetivo é desenvolver na comunidade ações que levem à elevação socioeconômica das famílias e garantam maior qualidade de vida e sustentabilidade aos moradores do empreendimento”, afirma Henrique Alves, secretário municipal de Planejamento Urbano e Habitação.

Para obter maior participação dos moradores na execução do programa, a Seplanh realizou nesta terça-feira, 29, uma reunião com os síndicos dos condomínios que compõem o empreendimento e com técnicos da empresa responsável pela execução do PDST, o Instituto de Apoio à Gestão, Estudos, Pesquisa e Preservação Ambiental Monã, vencedora da concorrência pública realizada pela Prefeitura de Goiânia.

O Trabalho Social no Residencial Jardim do Cerrado 7 segue normativa expedida pelo Ministério da Cidades e é composto por sete etapas de execução, que vão desde o diagnóstico das famílias a serem beneficiadas, com a caracterização da macroárea abrangida, ao apoio à gestão condominial e à articulação de parcerias para a execução do trabalho social.

Outra etapa do PDST é o processo de conscientização das famílias sobre a correta apropriação e uso dos imóveis, da área comum dos condomínios, dos sistemas e melhorias implantados, promovendo uma maior mobilização e participação social dos moradores por meio de atividades de caráter sócio-educativo, com o fortalecimento de bases associativas existentes. “Nosso objetivo é fazer com que os moradores entendam que eles são responsáveis não só pelos seus apartamentos, mas também por toda a área comum do empreendimento e que, juntos, podem melhorar o ambiente em que vivem”, afirma Henrique Alves.

Willian Assunção, da editoria de Planejamento Urbano e Habitação.

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