Prefeitura deve construir oito novas unidades de ensino na região Oeste

Investimentos na construção das unidades devem chegar a casa dos R$ 12 milhões e abrirá cerca de 1800 vagas na rede municipal de educação

Os secretários municipais de Educação, Marcelo Costa, e de Planejamento Urbano e Habitação, Henrique Alves, se reuniram nesta quinta-feira, 26, com o presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), Cleomar Dutra, para acertarem detalhes de um projeto a ser apresentado ao Ministério das Cidades para a construção de oito novas unidades de ensino infantil e fundamental na região Oeste de Goiânia.

Os investimentos seriam da ordem de R$ 12 milhões e viriam através de parceria com a Caixa Econômica Federal para instalação de equipamentos públicos em empreendimentos construídos através do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal. No total a Prefeitura de Goiânia prevê construir oito unidades de ensino, sendo três Centros Municipais de Educação Infantil (Cmei) nos Residenciais Jardins do Cerrado VII e X, e quatro nos Conjuntos Vera Cruz I e II, que também seriam beneficiados com uma unidade voltada ao ensino fundamental.

“O Ministério das Cidades e a Caixa nos informaram da possibilidade de liberação de uma verba complementar da ordem de R$ 12 milhões para a instalação de unidades educacionais na região e, por ordem do Prefeito Iris Rezende, a Prefeitura está trabalhando em conjunto com a Agehab, nossa parceira na construção do Nelson Mandela e do Jardins do Cerrado X para apresentação do projeto ao Ministério das Cidades para liberação da verba pela Caixa”, afirma Henrique Alves.

De acordo com o secretário de Educação e Esporte de Goiânia, Marcelo Costa, a construção dessas novas unidades ajudaria a diminuir o déficit de vagas na região, pois cerca de 1.800 novas vagas seriam criadas na rede municipal de ensino. “Hoje o maior déficit que a educação municipal possui é com relação ao ensino infantil, por isso estamos priorizando, neste projeto, a criação de sete unidades, todas no padrão Século XXI definido pelo Ministério da Educação, o que abriria espaço para cerca de 1.500 crianças da região”.

Willian Assunção, da editoria de Planejamento Urbano e Habitação.

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