Em parceria com Codese, Prefeitura retomará obra do Centro de Economia Solidária

Local terá salas para cursos, bazar, laboratórios de informática, área para realização de feiras, apoio pedagógico e estacionamento

Nesta terça-feira, 27, o secretário municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas, Filemon Pereira, visitou as obras do 1º Centro Público Municipal de Economia Solidária de Goiânia, localizado no Setor Faiçalville. No local, ficou constatado que a estrutura está bem adiantada e será concluída nos próximos meses.

“Falta a colocação de forros e instalações de redes hidráulicas e elétricas, portas, janelas e pinturas. A previsão é que a obra seja concluída em 60 dias após o reinício”, garante Filemon.

O secretário estava acompanhado de uma comitiva formada pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Goiânia (Codese), dos secretários Ricardo De Val (Sedetec); Celia Valadão (Mulher) e do chefe do Gabinete Executivo de Projetos Especiais (GEPAC), Vanderlei Junior.

“A obra será retomada nos próximos dias, pois havia um obstáculo que foi superado, graças ao trabalho do secretário Filemon, titular da pasta que vai administrar a unidade após a sua conclusão. Destaco também a participação do secretário De Val, que é responsável pela condução do projeto”, afirmou Vanderlei Junior.

No local, haverá salas para a realização de cursos, administração, laboratórios de informática, bazar, apoio pedagógico, banheiros, área para a realização de feiras e estacionamento. De acordo com o secretário Filemon Pereira, o espaço fortalecerá as políticas públicas para o desenvolvimento da economia solidária. “É uma boa estrutura que abrigará cursos de qualificação e aperfeiçoamento profissional para os trabalhadores, exposições e venda de produtos de cooperativas, além de fomentar a economia das comunidades”, destaca.

De acordo com Vanderlei Junior, as obras já deveriam ter sido concluídas pela gestão anterior e, agora, há a preocupação com os prazos. “Se não retomarmos as obras até junho, teremos que devolver os recursos federais em valores superiores a R$ 400 mil”, comenta. O Centro tem um custo total de R$ 717.094,44. Além dos investimentos do Governo Federal, conta com a contrapartida de R$ 317.090,44 da Prefeitura de Goiânia.

O chefe do GEPAC ressalta ainda que são necessários aproximadamente R$ 150 mil para a conclusão do prédio. Destes, R$ 105 mil ainda faltam ser investidos pelo município e já existe verba garantida para a aquisição de móveis, equipamentos e a realização de cursos.

O secretário Filemon Pereira se empenha desde o início de 2017 para a retomada das obras em parceria com o GEPAC e Sedetec e já fez pelo menos duas reuniões de trabalho com o prefeito Iris Rezende para tratar do assunto. “A determinação do prefeito é retomar esta e outras obras que estavam paradas por falta de contrapartida ou questões burocráticas”, garante o titular da SMDHPA.

Segundo o chefe do GEPAC, há ainda previsão de ampliação do projeto, como a construção de um anexo com salas de apoio da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e Guarda Civil Metropolitana (GCM). “Além da requalificação da Praça que fica anexa ao prédio para que seja mais um espaço da comunidade”, conclui.

Antônio Bento, da Diretoria de Jornalismo

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