Samu inicia ações educativas nas escolas da região Leste de Goiânia

Até o fim do ano, 32 unidades escolares receberão o Projeto Samuzinho, com objetivo de conscientizar os alunos a respeito de trotes e primeiros socorros

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Goiânia, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME), lançou nesta quarta-feira, 4, o Projeto Samuzinho na Escola Municipal Marechal Ribas Júnior, localizada na Vila Redenção, na Capital. A ação, que tem como objetivo promover o sentimento de cidadania e conscientizar as crianças e adolescentes a respeito de trotes e primeiros socorros, vai percorrer até o fim do ano todas as escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) da região Leste.

Durante a abertura do projeto, a secretária municipal de Saúde, Fátima Mrué, explicou que Samu tem promovido inúmeras atividades educativas na Capital. “Nos mutirões da prefeitura, por exemplo, o Samu realiza cursos de primeiros socorros para a população em geral e professores. Durante o treinamento, as pessoas aprendem técnicas de massagem cardíacas que podem salvar vítimas de paradas cardiorrespiratórias”, pontuou. Agora, a ação foi expandida para a Rede Municipal de Educação. “Até o fim deste anos vamos levar a iniciativa para 32 escolas”, afirmou a secretária.

O diretor geral do Samu, André Braga, explica que os cidadãos, de uma forma geral, precisam ter noções de primeiros socorros. “Nosso objetivo é que essas noções sejam repassadas de forma sistematizada nas instituições de ensino para os alunos para que eles possamse tornam disseminadores de informações na comunidade”, salientou.

Durante o Projeto Samuzinho, os socorristas do Samu explicam aos alunos os prejuízos causados pelos trotes telefônicos. “Atualmente, o Samu recebe uma média de 25 trotes por mês. Este tipo de ligação é problema antigo enfrentado pelos órgãos de segurança e de urgência e emergência. E é isto que explicamos nas escolas, que as vítimas que realmente precisam demoram para serem atendidas em função do congestionamento indevido das linhas telefônicas”, destaca.

Alunos do 1º ao 9º ano serão o público-alvo das ações. A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é que até o final de 2018 todas as escolas da Capital sejam visitadas.

Thiago Araújo, da editoria de Saúde
Foto: Anna Lúcia

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