Novos aparelhos reforçam fiscalização contra poluição sonora em Goiânia

Oito decibelímetros foram entregues aos fiscais da Amma na tarde desta sexta-feira, 09, pelo presidente do órgão. Número de equipamentos disponíveis para atuação fiscal sobe de um para 11

Os fiscais ambientais da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) terão, a partir de agora, a possibilidade de ampliar as ações para coibir poluição sonora em Goiânia. Para isso, oito decibelímetros, que realizam a medição de níveis sonoros, foram entregues pelo presidente do órgão ambiental municipal, Gilberto Marques Neto, à Diretoria de Fiscalização Ambiental na tarde desta sexta-feira, 09. “Estávamos com apenas um aparelho em funcionamento e dois em manutenção. Com essa nova aquisição, agora são 11 à disposição dos fiscais”, afirmou o presidente.

Para Gilberto Marques Neto os novos decibelímetros vão auxiliar no combate à poluição sonora na Capital. “Estamos trabalhando com o objetivo de fazer com que a Amma cumpra com o seu papel, atendendo e autuando as denúncias referentes aos altos índices de decibéis”, disse o presidente, lembrando que para realização de eventos na cidade é necessária solicitação de licença ambiental. “Hoje o maior número de denúncias que recebemos pelo Telefone Verde (161) é sobre poluição sonora, mas o nosso combate será constante”, afirmou.

A fiscal ambiental da Amma, Larissa Vieira, acredita que a aquisição desses novos aparelhos vai possibilitar que o trabalho seja maximizado. “Com apenas um aparelho era impossível a atuação fiscal da Amma”, pontuou.

Telefone Verde

O presidente da Amma lembra que há três meses o Telefone Verde (161) voltou a funcionar e mais de seis mil denuncias já foram registradas, a maioria, segundo Gilberto Marques Neto, de poluição sonora. “Mesmo diante do número reduzido de fiscais, o órgão se prepara para realizar concurso público para aumentar o efetivo e ter possibilidade de atender o maior número de denúncias”, relatou Gilberto.

Ainda conforme o presidente da Amma, os níveis permitidos de decibéis atendem o que determina o Código de Posturas do Município em cada localidade. “Os níveis permitidos, por exemplo, em zonas de hospitais no período diurno são de 50 decibéis. Já no período noturno são de 45”, citou Gilberto.  Em zonas residenciais urbanas, de acordo com o presidente, os níveis são de 55 decibéis no período diurno e 50 no período noturno. No Centro da Capital os níveis podem chegar a 65 decibéis durante e dia e à noite a 55. No entanto, em áreas predominantemente industriais, os níveis no período diurno são de 70 decibéis e 60 no período noturno.

Mauro Júnio, da Diretoria de Jornalismo

Foto: Paulo José

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