Maternidade Dona Íris e Hemocentro coletam 56 bolsas de sangue

As doações vão atender, em especial, aos recém-nascidos da UTI neonatal. Em média, a unidade demanda cerca de 80 bolsas de sangue por mês

O ônibus de coleta do Hemocentro esteve no Hospital e Maternidade Dona Íris (HMDI) na sexta-feira, 5, e coletou 56 bolsas de sangue. Os 82 voluntários que procuraram a unidade contribuíram para aumentar o banco de sangue do hospital, que atende recém-nascidos. A ação é promovida, em média, duas vezes ao ano, respeitando os intervalos de doação – quatro meses para os homens e três para as mulheres.

A maternidade, no primeiro trimestre deste ano, utilizou 231 bolsas de sangue, beneficiando 88 pacientes. Além dessas, a unidade utiliza, em média, 80 bolsas de sangue mensalmente para atender os pacientes, em especial da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. Segundo, a biomédica responsável pelo serviço de Laboratório Clínico e Agência Transfusional do HMDI, Hérika Isabella da Costa, a preocupação é com o estoque de sangue da unidade que está muito baixo. ‘A grande quantidade de feriado 2017 contribui para que a doação diminui, enquanto o consumo, por outro lado, aumenta’, explica a biomédica.

Edna Alves, mãe da pequena Alice, que esteve na UTI neonatal, conta que a filha precisou quatro vezes de sangue. “Eu planejo doar, ela precisou, existem outros bebês que precisam. Teve um bebê que precisou e eu ouvia eles dizerem que  não conseguiam encontrar o sangue certo para ele”, acrescentou.

A ação tem o objetivo de mostrar para a sociedade a importância de doar sangue e também incentivar que os mesmos adquiram esta prática, assim como auxiliar no acréscimo das bolsas de sangue. É importante ressaltar que aqueles que não foram ao HMDI na última sexta-feira, 5, podem se dirigir ao Hemocentro e informar na recepção na hora do cadastro a decisão de doar para o estoque da maternidade.

Gabriela, 22, nunca foi doadora mas ficou sabendo que o ônibus estaria no local e decidiu doar pois considera gratificante contribuir com as pessoas que necessitam. “Ajuda a salvar vidas e, como trabalho aqui no hospital, vejo o quanto é uma atitude necessária”, ressaltou a jovem.

Jhessyka Monteiro e Roberta Rodrigues, estagiárias da editoria de Saúde – Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Foto: Anna Lúcia Almeida

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